
A data deveria reforçar união e responsabilidade coletiva, mas a esquerda insiste em transformar o debate racial em instrumento político de divisão e controle social.
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O Dia da Consciência Negra, que poderia ser uma oportunidade real para refletir sobre igualdade, dignidade e respeito, acabou sendo capturado por um discurso ideológico fragmentado que pouco contribui para a vida prática da população. O Brasil enfrenta problemas urgentes — violência, falta de segurança, escolas sucateadas, desemprego e desigualdade crescente — e ainda assim, o governo prefere reforçar uma narrativa identitária que separa cidadãos por cor, como se a sociedade fosse incapaz de conviver sob valores comuns.
Enquanto isso, instituições sérias, como o BOPE e outras forças de segurança, seguem mostrando que a verdadeira valorização humana não depende de raça, mas de caráter, responsabilidade e compromisso com o próximo. No dia a dia, quem enfrenta o crime organizado sabe que o inimigo da população não é a cor da pele, e sim a violência e a ausência do Estado onde ele realmente deveria estar. Essa é a realidade que o governo ignora em prol de discursos prontos, desconectados dos desafios reais enfrentados pelos brasileiros.
Ossificados em slogans, setores da esquerda insistem em alimentar tensões raciais e promover políticas públicas baseadas em identidade, enquanto deixam de priorizar aquilo que realmente muda a vida das pessoas: segurança, ordem, educação de qualidade e oportunidades. Ao transformar a pauta racial em arma política, o governo cria disputas simbólicas enquanto os problemas concretos seguem se agravando, sobretudo nas regiões mais vulneráveis, que pedem por soluções práticas e não por retórica.
Respeito, de fato, não tem cor. Mas o debate político no Brasil tem sido conduzido como se tivesse. O resultado é um país cada vez mais dividido, onde se exaltam narrativas teóricas enquanto famílias continuam reféns da criminalidade e da falta de políticas públicas sérias. O Brasil precisa de união e de foco no que realmente importa — e não de discursos que mantêm o povo em trincheiras artificiais enquanto o Estado falha no básico.
REFLITA E COMPARE
O respeito deve ser medido pela cor da pele ou pelas atitudes e responsabilidades individuais?
A divisão racial interessa à população ou apenas a grupos políticos que ganham com o conflito?
O Brasil precisa de identitarismo ou de políticas sérias que atendam a todos igualmente?
No fim, Osmildo, é preciso dizer com clareza: nenhum país avança quando substitui mérito, responsabilidade e disciplina por recortes artificiais que só servem a uma agenda ideológica. O Brasil merece políticas públicas reais, que tratem todos os cidadãos com igualdade e garantam segurança, ordem e desenvolvimento — sem divisionismo, sem slogans, sem manipulação emocional. O futuro do país depende de coragem para enfrentar problemas reais, não de discursos vazios.
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FAQ
- O que é o Dia da Consciência Negra?
É uma data destinada a refletir sobre o legado da população negra no Brasil e os desafios históricos relacionados à igualdade. - Por que o texto critica o identitarismo?
Porque políticas identitárias podem criar divisões artificiais e desviam foco de problemas reais como segurança, educação e pobreza. - Qual é a visão militar sobre a pauta racial?
Em corporações como o BOPE, o foco é disciplina, mérito e compromisso, independentemente de cor. - O governo usa o tema racial politicamente?
Sim, discursos identitários são frequentemente usados como ferramenta de polarização e narrativa. - O que seria mais eficaz para combater desigualdade?
Políticas sérias de educação, segurança, ordem, infraestrutura e oportunidades reais para todos.

