
Declaração do presidente expõe visão retrógrada e reforça o desprezo do governo pelo avanço econômico e pelo trabalho brasileiro.
Matéria exclusiva do portal ClicJa | Verificado Google
Durante evento no Palácio do Planalto, o presidente Lula voltou a causar indignação nacional ao afirmar que a revolução digital e a inteligência artificial criarão “milhões de inúteis” no mundo. A fala, feita no momento em que sancionava um projeto de isenção do Imposto de Renda, atingiu diretamente trabalhadores que já enfrentam desafios diante das novas tecnologias. A reação foi imediata: setores produtivos e especialistas viram na declaração um misto de desumanização, medo do futuro e total desconexão com a realidade do mercado.
A afirmação preocupa porque revela uma visão antiquada e profundamente pessimista sobre inovação. Em vez de incentivar qualificação, empreendedorismo ou políticas modernas para preparar o país para a nova economia, Lula optou por rotular trabalhadores como descartáveis. Segundo críticos, a fala mostra o pavor do governo com um futuro em que o Estado não consiga mais sustentar dependências políticas que consolidaram sua base eleitoral ao longo dos anos. Analistas alertam que o Planalto teme perder controle sobre uma população que, inserida na economia digital, se tornaria mais independente do assistencialismo. Setores conservadores afirmam que a declaração revela a verdadeira visão petista sobre o povo: massa de manobra que, sem tutela estatal, vira “estorvo”. A grande questão é: que tipo de líder trata seu próprio povo dessa forma?
Lula ataca a modernização e chama trabalhadores de “inúteis”
A fala do presidente contrasta com a tendência global de incentivar inovação e preparar a população para mercados cada vez mais tecnológicos. Enquanto outros países investem em capacitação, empreendedorismo e liberdade econômica, o governo brasileiro opta por lamentar o progresso e reforçar um discurso de medo. A declaração reforça a percepção de que Lula enxerga o avanço tecnológico como ameaça ao seu modelo político, baseado na dependência e na manutenção de narrativas econômicas ultrapassadas.
Reação da direita e impacto político
Parlamentares conservadores repudiaram imediatamente a fala e classificaram a declaração como desrespeitosa e ofensiva. Para líderes da oposição, Lula expôs sua verdadeira visão sobre o trabalhador: uma figura sem valor a não ser quando dependente do governo. Economistas liberais destacam que a fala reforça a hostilidade do governo ao empreendedorismo e ao setor privado, contribuindo para insegurança econômica. No Congresso, a repercussão deve acirrar debates sobre política de emprego, inovação e futuro do mercado de trabalho — áreas em que o governo já enfrenta críticas por falta de planejamento.
O que pode acontecer agora
Especialistas apontam que, com mais uma crise autoinfligida, o Planalto deve tentar minimizar o impacto público e reconstruir a narrativa. No entanto, a fala tende a se tornar munição permanente na disputa política, especialmente em um momento de desgaste crescente do governo. Se a crise continuar, Lula pode enfrentar ainda mais resistência no Congresso e perder apoio em segmentos que historicamente lhe davam suporte.
FAQ
- O que aconteceu exatamente?
Lula afirmou que a inteligência artificial criará “milhões de inúteis”, chocando o país e gerando forte reação. - Quem são os envolvidos?
Lula, trabalhadores afetados pela modernização tecnológica, oposição e especialistas em economia e inovação. - Por que a declaração preocupa?
Porque desumaniza trabalhadores e demonstra desprezo pelo progresso, revelando visão retrógrada do governo. - Qual a repercussão política?
A fala fortaleceu a oposição, desgastou ainda mais a imagem do governo e gerou críticas de economistas e líderes conservadores. - O que pode acontecer nos próximos dias?
Pressão política, tentativas de recuo do governo e aprofundamento do mal-estar com setores produtivos.
A declaração de Lula expõe um governo incapaz de compreender o futuro, preso a um modelo ultrapassado e dependente de narrativas que rejeitam a liberdade econômica. Ao tratar trabalhadores como “inúteis”, o presidente revela o distanciamento entre sua visão ideológica e a necessidade real de preparar o país para competir globalmente. Se esse comportamento persistir, o Brasil corre o risco de perder ainda mais espaço no cenário tecnológico internacional — e o povo continuará sendo visto como obstáculo, não como protagonista.
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