
A queda no ranking evidencia estagnação econômica, baixa competitividade e incapacidade do governo de entregar crescimento real.
Matéria exclusiva do portal ClicJa.com.br | Verificado Google
O Brasil deixou oficialmente o grupo das dez maiores economias do mundo em 2025, segundo análise da Austin Rating com base nos dados mais recentes do Fundo Monetário Internacional. Com projeção de PIB de US$ 2,26 trilhões, o país despencou para a 11ª posição, sendo ultrapassado pela Rússia — que alcançou US$ 2,54 trilhões — e até pelo Canadá, que recuperou terreno e registrou US$ 2,28 trilhões. A movimentação não é apenas simbólica: revela a perda de relevância do Brasil em meio à reorganização global, enquanto outras nações aceleram reformas, ampliam investimentos e fortalecem sua produtividade. A economia brasileira, sob a atual gestão, permanece travada em crescimento baixo, políticas inconsistentes e ambiente hostil aos negócios.

Segundo o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, houve mudanças importantes entre as quinze maiores economias, que juntas representam 75% do PIB mundial. O topo permanece inalterado — Estados Unidos, China e Alemanha — enquanto Japão retomou a quarta posição antes ocupada pela Índia. Para o Brasil, porém, o sinal é claro: com expansão trimestral de apenas 0,1% no terceiro trimestre, o país ficou na 34ª posição no ranking de crescimento. Israel, por exemplo, alcançou 3,0% no período, destacando-se globalmente. A estagnação brasileira revela mais do que dificuldades momentâneas: evidencia falta de competitividade, baixa produtividade, excesso de burocracia e uma liderança federal que insiste em políticas antigas, afasta investimentos e prioriza interesses políticos em vez de reformas estruturais. É a repetição do projeto econômico que já fracassou no passado e que, mais uma vez, cobra seu preço.
REFLITA E COMPARE
Como o Brasil pretende voltar ao grupo das maiores economias mantendo políticas que desestimulam investimento e produtividade?
Qual país cresce com 0,1% enquanto o governo comemora “avanços” que não chegam à população?
Por que outras nações emergentes avançam e o Brasil segue parado, mesmo com potencial enorme e recursos abundantes?
A nova queda no ranking global é mais um alerta ignorado por Brasília. O país, que já ocupou posição de destaque e tinha potencial para entrar no grupo das cinco maiores economias, hoje se acomoda em um cenário de baixo crescimento e estagnação, enquanto o governo continua priorizando disputas ideológicas e expansão estatal. A trajetória é preocupante e sugere um futuro de oportunidades desperdiçadas caso reformas reais não sejam retomadas com urgência. O Brasil precisa de competitividade, responsabilidade fiscal e ambiente favorável à inovação, não de voluntarismo político.
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FAQ
- Por que o Brasil saiu do top 10?
Porque cresceu pouco e foi ultrapassado por economias que avançaram mais rapidamente, como Rússia e Canadá. - O que mais preocupa no ranking?
A posição baixa no crescimento trimestral: apenas 0,1%, deixando o país na 34ª colocação global. - Isso afeta o brasileiro?
Sim. O baixo crescimento reduz empregos, renda e investimentos no país. - Quais países lideram o ranking?
Estados Unidos, China e Alemanha continuam como as três maiores economias. - Há chance de recuperação?
Sim, mas depende de reformas econômicas profundas, segurança jurídica e ambiente favorável a investimentos — o oposto do cenário atual.

