
Documento de R$ 129 milhões foi localizado pela Polícia Federal em celular apreendido, contrariando narrativa da mídia governista.
Análise do Tema
Uma nova controvérsia envolvendo o ministro Alexandre de Moraes ganhou força após a divulgação de informações que contradizem diretamente uma reportagem publicada pelo site Brasil 247. O veículo alinhado ao governo afirmou que o suposto contrato milionário entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci, esposa do ministro, “não existe”.
A narrativa, no entanto, foi desmentida publicamente pelo jornalista Sam Pancher, que trouxe um esclarecimento objetivo sobre a origem do documento. Segundo ele, o contrato no valor de R$ 129 milhões foi localizado pela própria Polícia Federal durante a análise do celular de Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. O material não teria sido obtido por jornalistas, mas sim apreendido oficialmente no curso das investigações.
Pancher também confirmou que o escritório de Viviane Barci de Moraes atuou juridicamente em favor do banqueiro em um processo de difamação, reforçando os indícios de vínculo profissional entre as partes. A revelação contraria frontalmente a tentativa de desqualificação dos fatos feita por setores da mídia militante.
Diante da exposição, a reação de grupos alinhados ao governo seguiu um padrão já conhecido. O próprio jornalista resumiu o comportamento observado: a militância entrou em “modo full negacionismo”, optando por negar evidências documentais em vez de enfrentar os fatos.
O episódio reforça uma dinâmica recorrente no debate público nacional, na qual notícias desfavoráveis ao establishment político e institucional são imediatamente classificadas como falsas, mesmo quando sustentadas por provas colhidas em investigações oficiais. Diferentemente de manchetes opinativas, documentos apreendidos pela Polícia Federal não desaparecem por conveniência narrativa.
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