
Senador republicano afirma que líder chavista está sob custódia americana após ofensiva concluída na Venezuela.
Análise do Tema
Os Estados Unidos teriam prendido o líder venezuelano Nicolás Maduro para que ele seja julgado em Washington, segundo declaração do senador republicano Mike Lee, do estado de Utah. A informação foi divulgada pela rede americana CNN e atribuída a uma conversa direta entre o parlamentar e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.

De acordo com o senador, agentes americanos executaram um mandado de prisão contra Maduro, e a ofensiva realizada na Venezuela teria tido como objetivo garantir a segurança da operação. Em publicação nas redes sociais, Mike Lee afirmou que Rubio confirmou que Maduro foi detido para responder a acusações criminais nos Estados Unidos.
Segundo o relato, a chamada “ação cinética” mencionada pelo senador teria sido empregada exclusivamente para proteger os agentes envolvidos na execução da ordem judicial. Ainda conforme a declaração, Marco Rubio teria afirmado que não estão previstas novas ações militares ou operacionais, uma vez que Maduro estaria sob custódia.
Caso confirmada, a prisão de Maduro representaria um dos eventos geopolíticos mais significativos das últimas décadas na América Latina, marcando uma ruptura total com a política de contenção adotada por governos anteriores dos Estados Unidos em relação ao regime chavista.
O governo venezuelano, até o momento, não se manifestou oficialmente sobre as declarações. Tampouco houve confirmação formal por parte do Departamento de Estado americano além das informações atribuídas ao senador e repercutidas pela imprensa.
Maduro é alvo de acusações nos Estados Unidos relacionadas a narcotráfico, terrorismo e corrupção, e há anos figura em investigações conduzidas por autoridades americanas. A eventual prisão e transferência para julgamento em Washington simbolizaria o colapso definitivo da liderança chavista e o reconhecimento internacional do regime como organização criminosa transnacional.
O episódio também amplia a pressão sobre países que mantêm relações diplomáticas com Caracas, incluindo o Brasil, que segue adotando discurso de diálogo com um regime cada vez mais isolado e associado a atividades ilícitas.
A situação segue em desenvolvimento e pode provocar impactos profundos na estabilidade regional, nas relações internacionais e no futuro político da Venezuela.
Acompanhe, compartilhe e fique atento aos próximos desdobramentos deste caso.

