
Levantamento com dados do Ministério da Justiça revela que a maioria das mortes ocorre em estados governados por partidos de esquerda.
Análise do Tema
Um levantamento divulgado pelo Poder360, com base em dados oficiais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, revela um dado alarmante sobre a segurança pública no Brasil em 2025: oito dos dez estados com maior número de mortes violentas estão sob comando de governos alinhados à esquerda.
O ranking considera os números absolutos de mortes violentas registradas ao longo do ano e expõe uma concentração preocupante da violência justamente em estados administrados por partidos que historicamente defendem políticas mais brandas na área de segurança pública, com foco reduzido no enfrentamento direto ao crime organizado.
Os dados oficiais mostram que, apesar do discurso recorrente sobre “políticas sociais” como solução para a violência, os estados mais afetados seguem registrando índices elevados de homicídios, latrocínios e confrontos armados. Em muitos desses locais, facções criminosas disputam territórios, controlam rotas do tráfico e impõem um verdadeiro poder paralelo, enquanto o Estado demonstra dificuldade em retomar o controle.
Especialistas em segurança apontam que a combinação de legislação penal frouxa, baixa valorização das forças policiais e resistência ideológica ao endurecimento do combate ao crime contribui para esse cenário. Em vários desses estados, operações policiais são constantemente questionadas, enquanto criminosos reincidentes retornam rapidamente às ruas.
O levantamento também reforça uma crítica recorrente à condução da segurança pública em nível federal. Sob o governo Lula, o Ministério da Justiça tem priorizado um discurso de contenção policial e revisão de políticas repressivas, enquanto os números indicam que a violência segue elevada exatamente nos estados politicamente alinhados ao Planalto.
A constatação levanta um debate inevitável: a ideologia tem pesado mais que a eficiência na formulação das políticas de segurança? Para milhões de brasileiros que vivem nessas regiões, a resposta parece estar no dia a dia, marcado pelo medo, pela insegurança e pela ausência do Estado frente ao avanço do crime organizado.
O tema deve ganhar ainda mais força no debate político nacional, especialmente com a aproximação das eleições de 2026, quando segurança pública volta a ocupar posição central entre as principais preocupações do eleitorado.

