
Enquanto o governo tenta mostrar ao mundo uma Amazônia “protegida”, o caos e a insegurança falam mais alto nas ruas de Belém.
Matéria exclusiva do portal ClicJa.com.br | Verificado
Computadores, celulares e drones da Rede de Trabalho Amazônico foram furtados na madrugada da quinta-feira (7), dentro da chamada “Embaixada dos Povos”, em Belém (PA), durante a realização da COP30. O crime, ocorrido em plena vigência da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) decretada por Lula, escancarou o contraste entre o discurso de segurança e a realidade da desorganização. Segundo as primeiras informações, não houve sinais de arrombamento — o que levanta suspeitas de acesso interno ou falhas graves na vigilância. A Polícia Civil investiga o caso, mas o episódio lança sombras sobre o preparo logístico do evento, que consome milhões de reais dos cofres públicos.

Dias antes, dois jornalistas estrangeiros também foram vítimas de assalto no centro histórico da capital paraense, reforçando a percepção de vulnerabilidade em um evento que deveria projetar uma imagem positiva do país. O que se vê, no entanto, é um retrato de improviso, insegurança e omissão estatal. O governo Lula tenta vender uma narrativa de sustentabilidade e “liderança global”, mas não consegue garantir nem a integridade dos equipamentos dentro de suas próprias instalações oficiais.

REFLITA E COMPARE:
– Quem realmente ganha com essas decisões?
– O governo está servindo ao povo ou ao próprio projeto de poder?
– Até quando o Brasil suportará os custos dessa agenda ideológica?
O Brasil precisa acordar antes que as promessas se tornem algemas. A democracia não se sustenta quando o Estado se torna maior que o cidadão.

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