Ex-cientista da CIA afirma: governos teriam recuperado ao menos quatro espécies de extraterrestres
Aos 89 anos, o físico Hal Puthoff, ex-conselheiro do Pentágono, classifica os supostos seres em quatro tipos humanoides e reabre o debate global sobre OVNIs
Em entrevista que rapidamente viralizou, Puthoff disse ter ouvido de envolvidos em programas secretos relatos consistentes sobre Cinzentos, Nórdicos, Reptilianos e Mantis.

Aos 89 anos, o físico americano Hal Puthoff voltou ao centro do furacão dos chamados “fenômenos aéreos não identificados”. Em entrevista de grande repercussão, o cientista — que trabalhou em programas de pesquisa associados à CIA e atuou como conselheiro do Pentágono — afirmou que pessoas envolvidas em supostas operações de recuperação de OVNIs descreveram pelo menos quatro espécies distintas de seres extraterrestres.
As quatro espécies citadas
Segundo Puthoff, todas teriam aparência humanoide, mas com diferenças marcantes: os Cinzentos, baixos e de pele acinzentada; os Nórdicos, altos, loiros e de olhos claros; os Reptilianos, com traços que lembram répteis; e os Mantis, descritos como criaturas com aspecto similar a insetos.
Para o físico, o padrão dos relatos colhidos ao longo de décadas indica algo mais do que simples coincidência ou imaginação coletiva. Ainda assim, ele reconhece que se trata de testemunhos, não de provas materiais públicas.
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O peso de quem fala
O que diferencia o caso Puthoff de teorias circulando em redes sociais é o currículo. Ele participou de programas governamentais sigilosos voltados à percepção remota e à análise de fenômenos não convencionais. Sua proximidade com agências de inteligência e a aposentada AAWSAP, programa do Pentágono dedicado a OVNIs, dá às suas palavras um peso institucional incomum.
Quando alguém com acesso ao núcleo do sigilo decide falar, o silêncio oficial passa a soar mais alto.
Sem provas, muito debate
Apesar do impacto, nenhuma evidência física foi apresentada publicamente. O Pentágono mantém oficialmente que não há comprovação de tecnologia de origem não humana, embora audiências recentes no Congresso americano tenham reaberto a discussão sobre transparência e supostos programas paralelos.
Para a comunidade científica tradicional, declarações como as de Puthoff devem ser tratadas com extremo ceticismo até que dados verificáveis sejam divulgados.
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E o público?
A entrevista viralizou em poucas horas, dividindo opiniões. De um lado, entusiastas veem na fala mais um sinal de que governos sabem mais do que admitem. De outro, especialistas pedem cautela e lembram que extraordinárias afirmações exigem extraordinárias provas.
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Equipe Internacional Clicja · há 3 horas
3 Comentários
- C
Carlos R. há 1 hora
Excelente cobertura. Era o que faltava na imprensa brasileira: notícia direta, sem viés.
- M
Mariana T. há 3 horas
Concordo em parte. O texto poderia detalhar mais os impactos regionais da medida.
- J
João P. há 5 horas
Parabéns ao Clicja pela apuração. Vou compartilhar com meus contatos.