Putin lança ataque massivo com míssil hipersônico Oreshnik e drones contra civis ucranianos
Ofensiva noturna combinou armamento de última geração e enxames de drones, atingindo bairros residenciais, escolas e infraestrutura civil em Kiev e outras cidades
Mais um capítulo da estratégia de terror do Kremlin: alvos civis foram pulverizados em uma noite que deixou mortos, dezenas de feridos e um rastro de destruição.

A madrugada deste domingo (24) marcou mais um capítulo brutal da guerra de agressão russa contra a Ucrânia. Por ordem direta de Vladimir Putin, o Kremlin lançou um ataque massivo combinando o míssil hipersônico Oreshnik a centenas de drones e mísseis de cruzeiro, despejando fogo sobre cidades ucranianas — entre elas a capital, Kiev.
O saldo, ainda preliminar, é trágico: mortos, dezenas de feridos e cenas dilacerantes em bairros residenciais, escolas e estruturas civis transformadas em escombros.
Terror disfarçado de estratégia militar
Moscou voltou a afirmar que mirava apenas “alvos militares”. As imagens que circulam pelas redes — prédios destruídos, mercados em chamas e abrigos atingidos — contam outra história. Trata-se de uma punição coletiva a uma população que resiste, há anos, à tentativa de subjugação imperial russa.
O uso do Oreshnik, míssil capaz de transportar múltiplas ogivas em velocidades hipersônicas, transforma o ataque em demonstração política: o recado é que nenhuma defesa aérea ucraniana — ou aliada — é capaz de barrar a tecnologia de Moscou.
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Crime de guerra à vista do mundo
Especialistas em direito internacional já classificam ações desse porte como potenciais crimes de guerra. O alvo claramente civil, a recorrência dos bombardeios e o uso de armamento desproporcional reforçam a percepção de que o Kremlin opera fora de qualquer parâmetro humanitário.
Não é demonstração de força — é confissão de fraqueza moral e estratégica de um regime que só sabe responder com destruição.
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A reação internacional
Líderes europeus voltaram a cobrar endurecimento das sanções e ampliação do envio de sistemas de defesa antiaérea. Kiev, por sua vez, reforça o pedido por mísseis de longo alcance que permitam alvejar bases russas usadas para esses bombardeios.
Enquanto a diplomacia tropeça, o cotidiano ucraniano segue sob o som das sirenes — e a barbárie russa continua exposta ao mundo.
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Equipe Internacional Clicja · há 3 horas
3 Comentários
- C
Carlos R. há 1 hora
Excelente cobertura. Era o que faltava na imprensa brasileira: notícia direta, sem viés.
- M
Mariana T. há 3 horas
Concordo em parte. O texto poderia detalhar mais os impactos regionais da medida.
- J
João P. há 5 horas
Parabéns ao Clicja pela apuração. Vou compartilhar com meus contatos.