💵 Dólar R$ 5,42💶 Euro R$ 5,89📈 Ibovespa 128.540🛢️ Petróleo US$ 82₿ Bitcoin R$ 312.000🏦 Selic 14,75%🌽 Soja US$ 12,30⚖️ Ouro US$ 2.385💵 Dólar R$ 5,42💶 Euro R$ 5,89📈 Ibovespa 128.540🛢️ Petróleo US$ 82₿ Bitcoin R$ 312.000🏦 Selic 14,75%🌽 Soja US$ 12,30⚖️ Ouro US$ 2.385
Mundo

“Satanás II”: como o RS-28 Sarmat se tornou a arma nuclear mais poderosa do planeta

Com mais de 200 toneladas e múltiplas ogivas, o míssil intercontinental russo é projetado para furar qualquer escudo antimíssil ocidental

O RS-28 Sarmat reúne alcance global, manobrabilidade hipersônica e capacidade MIRV, simbolizando a aposta de Moscou em uma nova era de dissuasão nuclear.

R

Redação Clicja

há 50 minutos · 5 min de leitura

AO VIVO140 pessoas estão lendo agora
“Satanás II”: como o RS-28 Sarmat se tornou a arma nuclear mais poderosa do planeta
Foto: Reprodução / Ministério da Defesa da Rússia

Conhecido nos relatórios da OTAN pelo apelido sombrio de “Satanás II”, o RS-28 Sarmat se consolidou como o maior míssil balístico intercontinental em operação no mundo. Desenvolvido pela Rússia para substituir o veterano R-36M2, ele é a peça central da nova geração de armas estratégicas de Vladimir Putin.

Tamanho, alcance e poder

Com mais de 200 toneladas e cerca de 35 metros de comprimento, o Sarmat foi projetado para carregar múltiplas ogivas independentes (tecnologia MIRV) — capazes de atingir alvos diferentes em uma única missão. Seu alcance estimado supera os 18 mil quilômetros, permitindo atingir qualquer ponto do planeta.

Engenheiros russos afirmam que o míssil pode transportar ogivas convencionais, nucleares e até veículos planadores hipersônicos como o Avangard, capazes de manobrar em altíssima velocidade durante a reentrada na atmosfera.

Leitura recomendadaDepois dessa, dá uma passada no MegaBoom: tendências, cultura pop e promoções que estão estourando nas redes.

Publicidade[468x60]

Por que ele preocupa o Ocidente

Os atuais sistemas antimísseis dos Estados Unidos e da OTAN foram projetados pensando em trajetórias balísticas previsíveis. O Sarmat foi desenhado justamente para frustrar essa lógica, com rota flexível, capacidade de saturação de defesas e múltiplos vetores independentes.

O resultado é uma arma que, na avaliação de analistas, recoloca a Rússia em posição de paridade — e em alguns aspectos vantagem — no tabuleiro nuclear global.

Mais do que destruir, o Sarmat foi pensado para tornar a defesa adversária irrelevante.
💥 Tá bombando agora

💥 Tendências, cultura pop e promoções que viralizaram

O que está estourando nas redes em um só lugar. Não fique de fora.

Acessar MegaBoom →

O recado político

A insistência do Kremlin em exibir o Sarmat em testes e desfiles tem função tão estratégica quanto militar: lembrar Washington, Bruxelas e Pequim de que a Rússia mantém ferramentas para impor seu peso em qualquer crise internacional.

Você também pode gostar

#Mundo#Brasil#Atualidade#Cobertura

Leia Também

3 Comentários

Comentários passam por moderação antes da publicação.

  • C

    Carlos R. há 1 hora

    Excelente cobertura. Era o que faltava na imprensa brasileira: notícia direta, sem viés.

  • M

    Mariana T. há 3 horas

    Concordo em parte. O texto poderia detalhar mais os impactos regionais da medida.

  • J

    João P. há 5 horas

    Parabéns ao Clicja pela apuração. Vou compartilhar com meus contatos.

Clicja Cast

Clicja Cast #42 — Reforma fiscal: o que muda em 2026