“Satanás II”: como o RS-28 Sarmat se tornou a arma nuclear mais poderosa do planeta
Com mais de 200 toneladas e múltiplas ogivas, o míssil intercontinental russo é projetado para furar qualquer escudo antimíssil ocidental
O RS-28 Sarmat reúne alcance global, manobrabilidade hipersônica e capacidade MIRV, simbolizando a aposta de Moscou em uma nova era de dissuasão nuclear.

Conhecido nos relatórios da OTAN pelo apelido sombrio de “Satanás II”, o RS-28 Sarmat se consolidou como o maior míssil balístico intercontinental em operação no mundo. Desenvolvido pela Rússia para substituir o veterano R-36M2, ele é a peça central da nova geração de armas estratégicas de Vladimir Putin.
Tamanho, alcance e poder
Com mais de 200 toneladas e cerca de 35 metros de comprimento, o Sarmat foi projetado para carregar múltiplas ogivas independentes (tecnologia MIRV) — capazes de atingir alvos diferentes em uma única missão. Seu alcance estimado supera os 18 mil quilômetros, permitindo atingir qualquer ponto do planeta.
Engenheiros russos afirmam que o míssil pode transportar ogivas convencionais, nucleares e até veículos planadores hipersônicos como o Avangard, capazes de manobrar em altíssima velocidade durante a reentrada na atmosfera.
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Por que ele preocupa o Ocidente
Os atuais sistemas antimísseis dos Estados Unidos e da OTAN foram projetados pensando em trajetórias balísticas previsíveis. O Sarmat foi desenhado justamente para frustrar essa lógica, com rota flexível, capacidade de saturação de defesas e múltiplos vetores independentes.
O resultado é uma arma que, na avaliação de analistas, recoloca a Rússia em posição de paridade — e em alguns aspectos vantagem — no tabuleiro nuclear global.
Mais do que destruir, o Sarmat foi pensado para tornar a defesa adversária irrelevante.
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O recado político
A insistência do Kremlin em exibir o Sarmat em testes e desfiles tem função tão estratégica quanto militar: lembrar Washington, Bruxelas e Pequim de que a Rússia mantém ferramentas para impor seu peso em qualquer crise internacional.
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Equipe Internacional Clicja · há 3 horas
3 Comentários
- C
Carlos R. há 1 hora
Excelente cobertura. Era o que faltava na imprensa brasileira: notícia direta, sem viés.
- M
Mariana T. há 3 horas
Concordo em parte. O texto poderia detalhar mais os impactos regionais da medida.
- J
João P. há 5 horas
Parabéns ao Clicja pela apuração. Vou compartilhar com meus contatos.