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Mundo

"CHORA MAIS": Aliado de Trump Debocha de Lula Após Classificação do PCC como Terrorista

Jason Miller utiliza redes sociais para ironizar críticas do presidente brasileiro à medida dos EUA; "Womp Womp" vira meme político

Ex-assessor de Donald Trump não poupa palavras ao rebater ataques de Lula contra Flávio Bolsonaro e as autoridades americanas.

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Redação Internacional

há 6 horas · 4 min de leitura

AO VIVO158 pessoas estão lendo agora
Imagem principal da matéria: "CHORA MAIS": Aliado de Trump Debocha de Lula Após Classificação do PCC como Terrorista
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A política internacional ganhou tons de deboche e confronto direto neste sábado (30). Jason Miller, um dos aliados mais próximos do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, utilizou suas redes sociais para ironizar abertamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Chora mais", comentou Miller ao compartilhar uma postagem onde Lula se queixava da influência da oposição brasileira em Washington.

O motivo da discórdia é a histórica decisão do governo dos Estados Unidos, anunciada na última quinta-feira (28), de classificar as facções brasileiras PCC e Comando Vermelho como "Organizações Terroristas Estrangeiras". A medida, que permite sanções globais severas, foi recebida com irritação por Lula, que acusou o senador Flávio Bolsonaro de "traição" por ter pedido a medida diretamente a Trump na Casa Branca.

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Womp Womp: O Som do Desgaste Diplomático

Miller não parou no "chora mais". He também escreveu a onomatopeia "womp womp", mundialmente conhecida para ridicularizar situações de choro ou reclamação sem fundamento (remetendo ao som triste de um trombone). O deboche vindo do núcleo duro de Trump sinaliza que a relação entre o Brasil de Lula e os EUA nos próximos anos será, na melhor das hipóteses, gelada.

Para analistas internacionais, a postura de Miller reflete a visão americana de que o governo brasileiro está "do lado errado da história" ao não apoiar a classificação terrorista para grupos que exportam violência e drogas para todo o hemisfério.

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Conclusão Editorial

O episódio marca o fim da diplomacia de panos quentes. Enquanto Lula tenta manter uma narrativa de soberania ferida, os aliados de Trump deixam claro que a prioridade americana é o combate ao narco-terrorismo, com ou sem o apoio do Palácio do Planalto.

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#Mundo#Brasil#Atualidade#Cobertura

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3 Comentários

Comentários passam por moderação antes da publicação.

  • C

    Carlos R. há 1 hora

    Excelente cobertura. Era o que faltava na imprensa brasileira: notícia direta, sem viés.

  • M

    Mariana T. há 3 horas

    Concordo em parte. O texto poderia detalhar mais os impactos regionais da medida.

  • J

    João P. há 5 horas

    Parabéns ao Clicja pela apuração. Vou compartilhar com meus contatos.

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