73% dos Brasileiros Apoiam Classificação de PCC e CV como Terroristas; Esquerda se Isola em Defesa de Facções
Enquanto população exige combate implacável, governo Lula critica decisão dos EUA e gera onda de indignação nacional
Pesquisa Quaest revela abismo entre a vontade popular e a narrativa progressista que tenta relativizar o narco-terrorismo no Brasil.

Um levantamento da Quaest divulgado em novembro de 2025 expõe uma fratura exposta na sociedade brasileira: nada menos que 73% da população defendem que organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) sejam classificadas como grupos terroristas. O dado é um grito de socorro de uma nação que convive diariamente com o terrorismo urbano, extorsões e assassinatos.
No entanto, a resposta que vem do Palácio do Planalto parece ignorar esse clamor. O presidente Lula e setores da esquerda têm se mantido firmes na trincheira oposta, criticando a decisão soberana dos Estados Unidos de rotular essas facções como terroristas. Para o governo, a medida é vista como uma "estigmatização" e uma ameaça à soberania, tratando narco-terroristas quase como vítimas de um sistema externo.
O Abismo entre Brasília e a Realidade das Ruas
O contraste é constrangedor. Enquanto a grande maioria da população — que enterra seus mortos e vive sob o toque de recolher imposto pelo tráfico — exige combate duro e sem eufemismos, a elite intelectual da esquerda gasta energia em teses acadêmicas para evitar o termo "terrorismo". Lula, ao lamentar publicamente a medida, demonstra que sua prioridade pode estar mais ligada a uma ideologia falida de proteção a grupos "oprimidos" do que à segurança do cidadão comum.
Especialistas em segurança pública afirmam que essa postura revela um completo divórcio com a realidade. "PCC e CV não são apenas bandidos comuns; eles controlam territórios, possuem armamento de guerra e financiam a desestabilização democrática. Chamar isso de qualquer coisa que não seja terrorismo é uma ofensa às vítimas", afirma um analista ouvido pelo Clicja News.
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Análise Crítica: A Narcopolítica em Xeque
A insistência da esquerda nessa defesa escandalosa levanta suspeitas sobre os reais motivos desse "garantismo" excessivo. O povo brasileiro já entendeu a natureza dessas facções. Ao insistir no erro, a esquerda não apenas se isola politicamente, mas valida a percepção popular de que existe uma perigosa simbiose entre certas alas políticas e o crime organizado.
Perguntas para Reflexão
1. Por que a esquerda teme tanto a classificação de "terrorista" para facções que usam o terror como método?
2. O governo deveria ouvir a maioria de 73% ou continuar seguindo sua agenda ideológica?
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FAQ
**O que muda com a classificação de terrorista pelos EUA?** Permite que o governo americano congele ativos, proíba transações financeiras globais e utilize sua inteligência para rastrear líderes das facções.
**O Brasil é obrigado a seguir?** Não, mas a pressão internacional e a cooperação jurídica tornam-se muito mais intensas.
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3 Comentários
- C
Carlos R. há 1 hora
Excelente cobertura. Era o que faltava na imprensa brasileira: notícia direta, sem viés.
- M
Mariana T. há 3 horas
Concordo em parte. O texto poderia detalhar mais os impactos regionais da medida.
- J
João P. há 5 horas
Parabéns ao Clicja pela apuração. Vou compartilhar com meus contatos.