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Política

Lula oficializa candidatura e critica agressores de mulheres

Em convenção do PT, presidente diz que prefere perder votos a ter apoio de quem bate em mulher e promete briga por emendas

Na convenção do PT neste domingo (2), Lula oficializou sua candidatura à reeleição, afirmou que prefere perder votos a ter apoio de agressores de mulheres e que 'vai ter briga com emenda parlamentar' se for reeleito. Ele também lançou Haddad como candidato para 2030.

Redação Política

Atualizado em 5 min de leitura

Lula oficializa candidatura e critica agressores de mulheres — Em convenção do PT, presidente diz que prefere perder votos a ter apoio de quem bate em mulher e promete briga por emendas
Lula oficializa candidatura e critica agressores; declaração gera repercussão nas redes e na oposição.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve sua candidatura à reeleição oficializada em convenção partidária neste domingo (2). No evento, ele afirmou que prefere perder votos a ter apoio de agressores de mulheres e que, se reeleito, 'vai ter briga com emenda parlamentar'. Lula também lançou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como candidato do partido para 2030.

Declarações sobre agressores de mulheres

Durante seu discurso, Lula disse que não quer o voto de quem bate em mulher. 'Se quiser bater na mulher, não precisa votar em mim', declarou, segundo relatos da imprensa. A fala foi interpretada como uma resposta às críticas de setores da oposição e repercutiu rapidamente nas redes sociais.

O presidente reforçou que sua campanha será pautada pelo respeito e pela defesa dos direitos das mulheres. A declaração ocorre em um momento em que o país debate políticas de enfrentamento à violência doméstica.

Promessa de briga por emendas parlamentares

Lula também afirmou que, se for reeleito, pretende enfrentar o Congresso em relação às emendas parlamentares. 'Vai ter briga com emenda parlamentar', disse, sinalizando uma possível disputa com o Legislativo sobre o controle desses recursos.

A declaração gerou reações imediatas de parlamentares da oposição, que criticaram a postura do presidente. Ainda não há detalhes sobre como seria essa disputa ou quais medidas seriam adotadas.

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Lançamento de Haddad para 2030

Na mesma convenção, Lula lançou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como candidato do PT à Presidência em 2030. A movimentação é vista como uma forma de fortalecer a sucessão no partido e dar continuidade ao projeto político do grupo.

Haddad, que foi candidato em 2018, não comentou publicamente o lançamento até o momento. A indicação, no entanto, já era especulada nos bastidores políticos.

Repercussão imediata

As falas de Lula sobre agressores e emendas dominaram as redes sociais e os noticiários logo após a convenção. A oposição reagiu com críticas, enquanto aliados defenderam as declarações como posicionamentos firmes do presidente.

A campanha eleitoral deve ganhar novos capítulos nos próximos dias, com a expectativa de debates sobre os temas levantados por Lula. Ainda não há confirmação sobre a data do registro oficial da candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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