Pazuello aposta em “Dark Horse” para romper bolha da mídia e levar versão de Bolsonaro ao mundo
Deputado e ex-ministro da Saúde defende o filme como contraponto cultural ao discurso unilateral da imprensa tradicional sobre o ex-presidente
Para Pazuello, a produção pode levar ao público internacional perseguições políticas, atentado contra Bolsonaro e o que ele chama de tentativa de dominação ideológica da esquerda.

O deputado federal Eduardo Pazuello (PL-RJ), ex-ministro da Saúde do governo Bolsonaro, demonstra coragem política e visão estratégica ao apostar alto na produção cinematográfica “Dark Horse”, com estreia prevista para setembro deste ano.
Enquanto grandes conglomerados de mídia brasileira, segundo o parlamentar, insistem em narrativas unilaterais sobre Bolsonaro, Pazuello sustenta que o filme pode romper essa bolha e levar ao mundo uma versão diferente dos fatos: as perseguições políticas, a tentativa de assassinato contra o ex-presidente, o silenciamento de vozes dissidentes e o que classifica como tentativa de dominação ideológica por parte da esquerda.
Por que o filme importa
Mais do que uma cinebiografia, “Dark Horse” é tratado por aliados de Bolsonaro como ferramenta de disputa narrativa. Em uma sociedade altamente mediada por imagens, o cinema funciona como amplificador emocional — capaz de reabrir debates que o noticiário diário deixou para trás.
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Análise crítica
O sucesso de pré-venda do filme, especialmente no Nordeste, mostra que existe demanda real por conteúdo audiovisual fora do circuito tradicional. Se “Dark Horse” entregará uma narrativa robusta ou apenas um manifesto militante é o que decidirá seu impacto histórico.
Quando o cinema entra na disputa, a tela vira urna simbólica.
Conclusão
A aposta de Pazuello aponta para algo maior: a percepção de que a direita brasileira precisa construir infraestrutura cultural própria. O sucesso comercial do filme será a primeira métrica desse projeto.
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FAQ
Quando estreia “Dark Horse”? Em setembro. Quem é o protagonista da narrativa? O ex-presidente Jair Bolsonaro. Por que Pazuello defende o filme? Por considerá-lo contraponto à grande mídia.
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3 Comentários
- C
Carlos R. há 1 hora
Excelente cobertura. Era o que faltava na imprensa brasileira: notícia direta, sem viés.
- M
Mariana T. há 3 horas
Concordo em parte. O texto poderia detalhar mais os impactos regionais da medida.
- J
João P. há 5 horas
Parabéns ao Clicja pela apuração. Vou compartilhar com meus contatos.