PF indicia suplente de Alcolumbre por esquema de corrupção em contratos do Dnit no Amapá
Empresário Breno Chaves Pinto e superintendente do Dnit são apontados por irregularidades em obras rodoviárias
Investigação revela atuação coordenada para manipular licitações e facilitar liberação de recursos federais no estado.

Mais um escândalo expõe o entranhado esquema de corrupção no Amapá. A Polícia Federal indiciou o empresário Breno Chaves Pinto, suplente do senador Davi Alcolumbre, e o superintendente regional do Dnit, Marcello Linhares, por suspeitas graves de irregularidades em contratos públicos de obras rodoviárias.
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Como funcionava o esquema
A investigação revelou uma atuação coordenada e espúria entre empresários e agentes públicos para manipular licitações, influenciar decisões internas e facilitar liberações de recursos federais, com contatos frequentes documentados tratando de orçamentos, obras e movimentações estratégicas.
Sem qualquer pudor, o grupo teria transformado o Dnit em um balcão de negócios privado, gerando favorecimentos indevidos e problemas graves na execução dos contratos, conforme apontam auditorias técnicas.
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Sintoma de um sistema
Este caso não é um episódio isolado, mas sintoma de um sistema político em que suplentes de senadores e altos funcionários federais agem como se o dinheiro do povo fosse patrimônio particular, perpetuando o ciclo vicioso de propinas, direcionamentos e impunidade que tanto prejudica o desenvolvimento real da região.
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3 Comentários
- C
Carlos R. há 1 hora
Excelente cobertura. Era o que faltava na imprensa brasileira: notícia direta, sem viés.
- M
Mariana T. há 3 horas
Concordo em parte. O texto poderia detalhar mais os impactos regionais da medida.
- J
João P. há 5 horas
Parabéns ao Clicja pela apuração. Vou compartilhar com meus contatos.