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Adolescente suspeito de matar homem em hotel de João Pessoa passa por

Primeira audiência do caso ocorreu de forma remota nesta segunda-feira (17); jovem se apresentou em Caicó (RN)

O adolescente suspeito de matar Washington Rodrigo, de 33 anos, em um quarto de hotel no bairro de Manaíra, em João Pessoa, passou pela primeira audiência nesta segunda-feira (17), de forma remota. Ele se apresentou à Polícia Civil no dia 28 de julho, em Caicó (RN), e foi transferido para a Paraíba.

Redação Clicja

Atualizado em 5 min de leitura

Adolescente suspeito de matar homem em hotel de João Pessoa passa por — Primeira audiência do caso ocorreu de forma remota nesta segunda-feira (17); jovem se apresentou em Caicó (RN)
Redação ClicJá

O adolescente suspeito de matar Washington Rodrigo, de 33 anos, em um quarto de hotel no bairro de Manaíra, em João Pessoa, passou pela primeira audiência nesta segunda-feira (17), de forma remota. O jovem se apresentou à Polícia Civil no dia 28 de julho de 2026, em Caicó, no Rio Grande do Norte, e foi transferido para a Paraíba, onde permanece à disposição da Justiça.

O caso

Washington Rodrigo foi encontrado morto em um quarto de hotel em Manaíra, bairro nobre de João Pessoa. A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte, que teria ocorrido em data anterior à descoberta do corpo. O adolescente, que era conhecido da vítima, se tornou o principal suspeito após as investigações iniciais.

A motivação do crime ainda não foi divulgada oficialmente. A polícia trabalha com hipóteses que vão desde crime passional até questões relacionadas a drogas ou dinheiro, mas nenhuma foi confirmada até o momento.

Audiência remota

A primeira audiência foi realizada de forma remota, conforme autorização judicial. Durante o ato, foram ouvidos o adolescente e, possivelmente, testemunhas, mas o conteúdo das declarações não foi divulgado. A Justiça decidirá sobre a continuidade da internação provisória ou outras medidas socioeducativas.

O adolescente está internado provisoriamente em uma unidade da Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac) da Paraíba, aguardando o desenrolar do processo.

O que diz a defesa

A defesa do adolescente ainda não se manifestou publicamente sobre o caso. Não há informações sobre a estratégia de defesa ou se o jovem negou ou confessou o crime. A reportagem tenta contato com o advogado para esclarecer esses pontos.

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Próximos passos

Após a audiência, o juiz responsável pelo caso deve analisar as provas e depoimentos para decidir se o adolescente continuará internado ou se poderá responder em liberdade. A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer todos os detalhes do crime.

A previsão é que novas diligências sejam realizadas nos próximos dias, incluindo a análise de imagens de câmeras de segurança e oitiva de outras pessoas que estavam no hotel. Entenda: João Fonseca sente torção, perde para Shelton e cai em Montreal.

Histórico do suspeito

Não há informações sobre passagens anteriores do adolescente pela polícia. Ele não tinha mandado de prisão em aberto antes deste caso. A identidade dele não foi revelada por se tratar de menor de idade.

A transferência de Caicó para João Pessoa foi feita pela Polícia Civil, que cumpriu os trâmites legais para garantir a presença do adolescente na audiência. Veja: Basquete Unifacisa Social entrega kits de treino para 360 crianças.

Repercussão

O caso gerou comoção em João Pessoa, principalmente pela violência do crime e pelo envolvimento de um adolescente. Moradores do bairro de Manaíra relataram surpresa com o ocorrido, já que a região é considerada tranquila. Relembre: Médico pode bloquear paciente no WhatsApp? Entenda a polêmica.

A Polícia Civil reforça que está empenhada em concluir as investigações e levar o caso à Justiça, respeitando os direitos do adolescente, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Por que isso importa

Para o leitor, isso significa maior transparência e acesso a informações verificadas, impactando diretamente na tomada de decisão diária e no entendimento do cenário nacional.

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