Marcola recebeu contrato de canabidiol de lobista, diz PF
Investigação aponta tráfico de influência para vender medicamentos ao SUS
A Polícia Federal investiga esquema de tráfico de influência envolvendo Marcola e Roberta Luchsinger para vender canabidiol ao SUS. Contrato teria sido recebido pelo líder do PCC.
Atualizado em 5 min de leitura

A Polícia Federal (PF) informou que o líder do PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, recebeu um contrato de venda de canabidiol de uma lobista, conforme apuração da investigação. O caso envolve um suposto esquema de tráfico de influência para vender medicamentos ao Sistema Único de Saúde (SUS). A informação foi divulgada pela PF em nota oficial.
Investigação aponta esquema com lobista
Segundo a PF, a lobista Roberta Luchsinger é investigada por envolvimento no esquema. Ela teria intermediado o contrato entre Marcola e uma empresa do ramo de cannabis medicinal. A investigação apura se houve pagamento de propina para favorecer a venda dos produtos ao SUS.
A PF não detalhou o valor do contrato nem a empresa envolvida. Ainda não há confirmação sobre a participação de outras pessoas no esquema. Veja: PF apura pagamentos de lobista a ex-assessor de Lula.
O que diz a defesa
Até o momento, a defesa de Marcola não se manifestou publicamente sobre o caso. A defesa de Roberta Luchsinger também não foi localizada para comentar. A PF informou que as investigações continuam em sigilo.
A reportagem tenta contato com os envolvidos e aguarda retorno. Qualquer manifestação será acrescentada a esta matéria. Saiba mais: STF autoriza PF a investigar filho de Lula por corrupção.
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Histórico de investigações envolvendo Marcola
Marcola já foi alvo de outras investigações da PF, incluindo operações contra o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ele está preso desde 2006 e cumpre pena em regime fechado.
A nova investigação pode trazer desdobramentos para o sistema prisional e para o mercado de cannabis medicinal no Brasil. Entenda: PF localiza avião de Vorcaro no Paraguai.
Próximos passos
A PF deve ouvir testemunhas e analisar documentos apreendidos nas buscas. A investigação pode resultar em novas denúncias do Ministério Público Federal. Veja: Campanha eleitoral começa neste domingo; veja o que é permitido.
Ainda não há previsão para a conclusão do inquérito. A população pode acompanhar os desdobramentos pelos canais oficiais da PF. Relembre: Pesquisas eleitorais.
Por que isso importa
Para o leitor, isso significa maior transparência e acesso a informações verificadas, impactando diretamente na tomada de decisão diária e no entendimento do cenário nacional. Saiba mais: Quaest.

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