Patrimônio de candidatos ao Senado por Goiás varia de R$ 398 mil a R$
Levantamento do TSE revela disparidade entre os 11 concorrentes; Vanderlan Cardoso lidera com R$ 66,8 milhões.
Os 11 candidatos ao Senado por Goiás declararam patrimônios que variam de R$ 398 mil a R$ 66,8 milhões. Vanderlan Cardoso (PSD) lidera, seguido por Dr. Zacharias Calil (MDB) e Gracinha Caiado (União Brasil).
Atualizado em 5 min de leitura

Os 11 candidatos ao Senado por Goiás formalizaram o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e apresentaram a declaração de bens para as eleições de outubro. De acordo com levantamento do g1, Vanderlan Cardoso (PSD), com R$ 66,8 milhões, Dr. Zacharias Calil (MDB), com R$ 9,5 milhões, e Gracinha Caiado (União Brasil), com R$ 6,2 milhões lideram a lista dos mais ricos. Já o candidato com menor patrimônio declarado é Alessandro Moreira (PSOL), com R$ 398 mil.
Quem são os candidatos e seus patrimônios
A lista completa, divulgada pelo TSE, inclui ainda os candidatos Marconi Perillo (PSDB), com R$ 5,1 milhões, e Ciro Nogueira (PP), com R$ 4,3 milhões. Os demais candidatos declararam valores entre R$ 1 milhão e R$ 3 milhões, como João Campos (PSB), com R$ 2,8 milhões, e Professora Sandra (PT), com R$ 2,1 milhões.
Os dados são referentes à declaração de bens apresentada no momento do registro de candidatura. A lista completa pode ser consultada no site do TSE, mas ainda não há confirmação oficial sobre a atualização dos valores. Veja: Campanha eleitoral começa neste domingo; veja o que é permitido.
Vanderlan Cardoso lidera com R$ 66,8 milhões
Vanderlan Cardoso (PSD), senador em exercício e candidato à reeleição, declarou o maior patrimônio entre os concorrentes: R$ 66,8 milhões. O valor inclui imóveis, fazendas e participações em empresas, conforme consta no registro do TSE.
Em segundo lugar, Dr. Zacharias Calil (MDB), deputado federal, declarou R$ 9,5 milhões. Gracinha Caiado (União Brasil), primeira-dama do estado e candidata pela primeira vez, aparece com R$ 6,2 milhões.
Menor patrimônio é de Alessandro Moreira
Alessandro Moreira (PSOL) declarou R$ 398 mil, o menor valor entre os 11 candidatos. O montante é composto por um veículo e aplicações financeiras, segundo o registro.
A diferença entre o maior e o menor patrimônio é de R$ 66,4 milhões. Especialistas apontam que a declaração de bens é uma forma de dar transparência ao eleitor, mas não é critério para julgamento de capacidade.
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Como a declaração de bens é feita
A declaração de bens é obrigatória para todos os candidatos e deve ser entregue no momento do registro da candidatura. O documento é público e pode ser acessado por qualquer cidadão no site do TSE.
Os valores declarados são os mesmos informados à Receita Federal no Imposto de Renda do ano anterior. A desatualização ou omissão de bens pode gerar questionamentos na Justiça Eleitoral.
Transparência e fiscalização
A divulgação dos patrimônios é uma ferramenta de controle social. O eleitor pode comparar a evolução dos bens dos candidatos ao longo dos mandatos e verificar possíveis incompatibilidades.
O TSE disponibiliza uma plataforma de consulta pública, mas ainda não há confirmação sobre a data de atualização dos dados para as eleições de outubro. A apuração final depende da análise dos registros.
Próximos passos da campanha
Com o registro formalizado, os candidatos ao Senado por Goiás agora aguardam a análise da Justiça Eleitoral. A campanha oficial começa em agosto, com a propaganda eleitoral em rádio e TV.
O pleito de outubro definirá os representantes do estado no Senado Federal para os próximos oito anos. A população deve ficar atenta aos prazos e às propostas apresentadas.
Por que isso importa
Para o leitor, isso significa maior transparência e acesso a informações verificadas, impactando diretamente na tomada de decisão diária e no entendimento do cenário nacional.

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