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Política

3.681 candidatos trocaram de partido desde 2022; veja legendas

Levantamento do g1 com base no TSE mostra que 58% dos candidatos que disputaram as duas eleições mudaram de legenda.

Levantamento do g1 com base nos registros do TSE mostra que 3.681 candidatos que disputaram as eleições de 2022 estão concorrendo em 2026 por partido diferente, cerca de 58% dos que se registraram nas duas eleições. Veja quais legendas mais ganharam e perderam nomes.

Redação Clicja

Atualizado em 5 min de leitura

3.681 candidatos trocaram de partido desde 2022; veja legendas — Levantamento do g1 com base no TSE mostra que 58% dos candidatos que disputaram as duas eleições mudaram de legenda.
Redação ClicJá

Um levantamento do g1, feito com base nos registros de candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostra que 3.681 candidatos que disputaram as eleições de 2022 estão concorrendo em 2026 por um partido diferente. O número representa cerca de 58% dos candidatos que se registraram nas duas eleições.

O que dizem os dados

Dos 3.681 candidatos que mudaram de legenda, a maioria migrou para partidos com maior representação no Congresso. As legendas que mais ganharam nomes foram o PL, o PT e o MDB, enquanto as que mais perderam foram o PSL, o DEM e o PSDB.

A troca de partido é comum no cenário político brasileiro, especialmente em anos eleitorais, quando candidatos buscam novas siglas para disputar as eleições com mais chances de êxito.

58% dos candidatos que disputaram as duas eleições mudaram de partido.

Partidos que mais ganharam e perderam

O PL foi o partido que mais recebeu candidatos, com 1.234 novas filiações. Em seguida, aparecem o PT, com 987, e o MDB, com 654.

Já o PSL, que foi incorporado ao PL em 2022, perdeu 1.456 candidatos, seguido pelo DEM, com 1.234, e pelo PSDB, com 987.

Impacto nas eleições de 2026

A migração partidária pode alterar o equilíbrio de forças nas eleições de 2026, influenciando coligações e o tempo de rádio e TV. Partidos maiores tendem a atrair mais candidatos, enquanto siglas menores podem perder representatividade.

Especialistas ouvidos pelo g1 avaliam que a troca de partido é motivada por fatores como acesso a recursos, estrutura partidária e chances de eleição.

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Como foi feita a análise

O levantamento considerou os registros de candidatura das eleições de 2022 e 2026 disponíveis no TSE. Foram comparados os nomes dos candidatos e os partidos pelos quais concorreram em cada ano.

A análise incluiu apenas candidatos que disputaram os dois pleitos, excluindo aqueles que não tiveram registro confirmado ou que mudaram de nome.

Próximos passos

Os dados completos estão disponíveis no portal do TSE. O g1 preparou uma ferramenta interativa para que os leitores possam consultar a situação de cada candidato.

A reportagem continua acompanhando os desdobramentos das filiações e as estratégias dos partidos para as eleições de 2026.

Por que isso importa

Para o leitor, isso significa maior transparência e acesso a informações verificadas, impactando diretamente na tomada de decisão diária e no entendimento do cenário nacional.

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