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Engenheiro faz Uber de Cybertruck em Goiás e atrai passageiros

Veículo futurista da Tesla roda como carro de aplicativo em Anápolis e exige habilitação de caminhão

Um engenheiro elétrico de Anápolis (GO) viralizou ao circular com um Tesla Cybertruck fazendo corridas por aplicativo. O veículo, classificado como caminhão no Brasil, exige habilitação específica. Motorista usa a picape elétrica para apresentar a tecnologia aos passageiros.

Redação Tecnologia

Atualizado em 5 min de leitura

Engenheiro faz Uber de Cybertruck em Goiás e atrai passageiros — Veículo futurista da Tesla roda como carro de aplicativo em Anápolis e exige habilitação de caminhão
Engenheiro usa Cybertruck como Uber em Goiás, atraindo passageiros pela novidade e enfrentando desafios regulatórios no Brasil.
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Um engenheiro elétrico de Anápolis, em Goiás, virou atração ao dirigir um Tesla Cybertruck fazendo corridas por aplicativo. O veículo futurista, importado, tem chamado a atenção de passageiros e curiosos pela região. A informação foi divulgada pelo G1 na quinta-feira (30 de julho).

O motorista, que não teve o nome revelado, decidiu usar o carro elétrico para apresentar a tecnologia a quem pega carona. A picape da Tesla, com visual inusitado, roda pelas ruas da cidade como um carro de aplicativo comum.

Rotina inusitada no volante de um Cybertruck

De acordo com o G1, o engenheiro tem usado o Cybertruck para realizar corridas em Anápolis. A iniciativa despertou a curiosidade de passageiros, que muitas vezes pedem o carro apenas para conhecer o veículo de perto.

O design angular e o tamanho imponente do Cybertruck contrastam com os carros tradicionais que circulam pela cidade. A presença do veículo tem gerado comentários e vídeos nas redes sociais, aumentando a procura pelas corridas.

Classificação de caminhão exige CNH especial

No Brasil, o Cybertruck é classificado como caminhão, o que exige habilitação específica para condução. Segundo as regras do Contran, veículos com peso bruto total acima de 3.500 kg se enquadram na categoria C.

Isso significa que o engenheiro precisa ter CNH categoria C, D ou E para dirigir o veículo legalmente. A informação sobre a classificação foi confirmada pela pauta, mas ainda não há detalhes sobre o processo de regularização do automóvel no país.

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Desafios de rodar com um carro elétrico importado

Além da questão da habilitação, circular com um Cybertruck no Brasil envolve outros desafios. A importação de veículos elétricos ainda enfrenta burocracia e custos elevados, o que torna o carro uma raridade nas ruas brasileiras.

A infraestrutura de recarga também é um ponto de atenção, especialmente em cidades do interior como Anápolis. Apesar disso, o engenheiro parece disposto a mostrar que é possível usar a tecnologia no dia a dia, inclusive como fonte de renda.

Curiosidade atrai passageiros e movimenta o aplicativo

A novidade tem atraído não apenas curiosos, mas também pessoas interessadas em experimentar um carro elétrico de alta performance. Muitos passageiros relatam que a corrida é uma experiência única, tanto pelo conforto quanto pela tecnologia embarcada.

O movimento gerado pelo Cybertruck também beneficia o motorista, que vê a demanda por corridas aumentar. Ainda não há informações sobre tarifas diferenciadas ou se o valor da corrida é o mesmo dos carros convencionais.

Impacto da tecnologia no transporte por aplicativo

O caso de Anápolis reflete uma tendência de adoção de veículos elétricos no transporte por aplicativo no Brasil. Embora ainda sejam minoria, carros como o Cybertruck ajudam a popularizar a mobilidade elétrica no país.

Especialistas apontam que a chegada de veículos elétricos ao transporte individual pode reduzir custos com combustível e manutenção, além de contribuir para a sustentabilidade. No entanto, a infraestrutura de recarga ainda precisa evoluir para acompanhar esse crescimento.

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