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Política

Milhas podem ser penhoradas para pagar dívidas, decide STJ

3ª Turma do STJ autoriza penhora de pontos de fidelidade e milhas em execuções judiciais

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (18) que milhas e pontos de fidelidade podem ser penhorados para quitar dívidas. A decisão, unânime, segue o voto do relator, ministro Villas Boas Cuêva, e amplia as possibilidades de cobrança judicial.

Redação Clicja

Atualizado em 5 min de leitura

Milhas podem ser penhoradas para pagar dívidas, decide STJ — 3ª Turma do STJ autoriza penhora de pontos de fidelidade e milhas em execuções judiciais
Redação ClicJá

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, nesta terça-feira (18), que milhas e pontos de fidelidade podem ser penhorados para o pagamento de dívidas. A decisão, tomada por unanimidade, seguiu o voto do relator, ministro Villas Boas Cuêva, que aceitou recurso de uma empresa contra decisão que negava a penhora. Com isso, milhas acumuladas em programas de fidelidade passam a ser tratadas como bem passível de cobrança judicial, assim como dinheiro em conta, veículos ou imóveis.

Entendimento do STJ

Os ministros entenderam que as milhas possuem valor econômico e podem ser convertidas em passagens aéreas, produtos ou serviços, o que as torna um ativo do devedor. Dessa forma, a penhora é uma medida válida para garantir o pagamento de débitos. A decisão estabelece um precedente importante para execuções fiscais e civis em todo o país.

A decisão foi unânime na 3ª Turma do STJ.

Impacto para consumidores

Para consumidores que acumulam milhas, a decisão significa que esses pontos podem ser usados para quitar dívidas caso haja uma ação judicial. Especialistas alertam que é importante regularizar pendências financeiras para evitar a perda de benefícios. A medida também pode afetar empresas que utilizam milhas como forma de pagamento ou recompensa.

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Próximos passos

A decisão do STJ ainda pode ser objeto de recursos, mas o entendimento da 3ª Turma deve orientar outras instâncias. Até o momento, não há confirmação sobre como será feita a conversão das milhas em dinheiro, nem detalhes sobre a empresa envolvida no caso. A assessoria do STJ não divulgou informações adicionais.

Por que isso importa

Para o leitor, isso significa maior transparência e acesso a informações verificadas, impactando diretamente na tomada de decisão diária e no entendimento do cenário nacional. Saiba mais: STJ não reconhece união estável mesmo com filho e noivado.

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